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BALANÇO: Governo municipal adiantou a folha de pagamento dos servidores oito vezes desde o início da gestão

Escrito por  Diretoria de Comunicação Social 08 Janeiro 2020 Publicado em Últimas Notícias
BALANÇO: Governo municipal adiantou a folha de pagamento dos servidores oito vezes desde o início da gestão Fernando Planella

Meta da Fazenda é manter as contas em dia e garantir que a cidade se enquadre no limite prudencial de 54%, apontado pelo TCE; no início do governo o percentual era de 77%.


“Cachoeirinha vive um novo momento. Arrumar a casa é um trabalho silencioso, quase ninguém enxerga, mas que precisa ser feito”, destaca Miki Breier ao lembar a difícil situação financeira do começo do governo comparado ao momento atual, com as contas sanadas e salários em dia. “Quando assumimos, os serviços estavam quase todos em péssima situação e não se tinha dinheiro nem para a folha. Mas, em vez de chorar ou encontrar culpados, começamos a construir soluções. E foi exatamente o que nós fizemos, pouco a pouco, passo por passo. Tivemos muito apoio, mas também muita oposição”, afirma.
O secretário municipal da Fazenda, Nilo Moraes, destaca que a meta em 2020 é seguir o trabalho de manter as contas públicas em dia e garantir que a cidade fique dentro do regime prudencial. “Estamos diminuindo este percentual a cada quadrimestre. Destacamos também o compromisso com o pagamento do funcionalismo em dia e mais: dos doze meses do ano, conseguimos antecipar o pagamento de 8 meses”, afirma.
Conforme o prefeito Miki Breier, ao final do ano de 2016, o comprometimento da receita do município com a folha de pagamento era de 77%. “Adotamos medidas para a redução do valor da folha e, principalmente, para evitar o seu crescimento vegetativo nos próximos anos, que a tornariam insustentável. Dentre elas estão as mudanças no plano de carreira dos servidores, a redução do vale-alimentação, de FGs e incorporações”, esclarece o titular do Executivo.
Já em 2017 houve uma redução no comprometimento da receita municipal com a folha de pagamento para 64%, em 2018 baixou para 60% e, em 2019, o número atual está em 57%, ainda acima do limite prudencial de 54%, apontado pelo Tribunal de Contas do Estado. O ideal é que a folha de pagamento comprometa até 51% da receita dos municípios, conforme o Tribunal.
Ajustar as contas, revisar contratos e promover mudanças para sanear as finanças do município foram as iniciativas mais urgentes. Essas medidas possibilitaram a economia de R$ 120 milhões aos cofres e abriram caminho para novas obras e projetos. “Ainda precisamos segurar os custos todos os dias. Não tem dinheiro para tudo. Mas, agora, a situação é diferente e os resultados estão aparecendo”, afirma Miki Breier.